
Com o objetivo de garantir que potenciais riscos sejam identificados e tratados com agilidade, prevenindo incidentes que possam afetar a saúde ou a segurança dos pacientes, o Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, gerenciado pela Fundação Paraibana de Gestão em Saúde (PB Saúde) e pertencente à rede estadual de saúde, implantou um canal direto de comunicação para que pacientes e acompanhantes possam notificar eventos que ofereçam risco à segurança do paciente.
De acordo com Aleqsandra Paula, enfermeira do Núcleo de Segurança do Paciente, tanto a Organização Mundial de Saúde quanto o Ministério da Saúde preconizam a inclusão dos pacientes no cuidado. “Com essa orientação, o Hospital Metropolitano, por meio do Núcleo de Segurança do Paciente, criou essa ferramenta para que a partir da notificação do paciente o núcleo de segurança possa fazer as tratativas com mais celeridade. E isso é um cuidado seguro, uma prática voltada para uma assistência e um cuidado seguro”, explicou Aleqsandra.
A notificação será feita por meio de um formulário, que é acessado pelo QR Code disponibilizado em folder, fixado nas enfermarias e UTIs do hospital. O que para Bianca Jacob, que está acompanhando seu pai que passou por uma cirurgia cardíaca, é bastante interessante, pois “com essa possibilidade de a gente enviar a notificação diretamente para o núcleo, vamos ter o problema resolvido mais rápido”.
Jairo Vicente Noronha da Silva, que fez uma cirurgia cardíaca, e a sua esposa Cláudia Carvalho que está o acompanhando, afirmaram receber um tratamento bastante humanizado por toda a equipe do hospital e elogiaram a iniciativa do Metropolitano em disponibilizar uma ferramenta que vai agilizar ainda mais na resolução de um eventual problema.
Para a diretora geral do Hospital Metropolitano, Louise Nathalie, a implantação desse canal é um avanço no fortalecimento do SUS, destacando-se pela capacidade de promover um atendimento mais humanizado e eficiente.
“A participação ativa de pacientes e acompanhantes na identificação de riscos é vista como uma forma de democratizar a gestão da saúde e engajar a população em práticas que podem salvar vidas. Além disso, a iniciativa segue as diretrizes do Sistema Nacional de Segurança do Paciente (SNSP), que orienta hospitais públicos e privados a criar medidas que protejam os pacientes durante todo o atendimento”, ressaltou a diretora.



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